De Tabu a Doença Ocupacional, o Desafio das Empresas é Prevenir, e não Apenas Remediar.
Desde que a Síndrome de Burnout foi oficialmente classificada como doença do trabalho pela OMS (CID-11), as empresas estão sendo legalmente responsabilizadas pelo esgotamento de seus funcionários. A questão agora é: como provar o nexo causal e, mais importante, como criar ambientes de trabalho que não adoeçam?
Esta matéria mergulha na jornada de um profissional diagnosticado com Burnout, desde os primeiros sintomas até a difícil busca pelo reconhecimento da doença pela empresa e pelo INSS. Especialistas em saúde ocupacional e psicologia organizacional explicam que a síndrome não é um “problema do indivíduo”, mas um sintoma de uma cultura corporativa tóxica. A reportagem aborda o conceito de “nexo técnico epidemiológico” e como a Justiça tem se posicionado para responsabilizar empresas por metas abusivas, falta de suporte e jornadas exaustivas que levam ao colapso mental e físico.


