GT3: Impactos das reestruturações produtivas e das estratégias do capital sobre os territórios da vida

Descritivo

  • Escopo e pergunta orientadora: como as reestruturações produtivas e as estratégias do capital transformam os territórios da vida — e o que isso significa para a saúde, a dignidade e as lutas da classe trabalhadora?

O ‘Observatório’ entende “territórios da vida” como os espaços onde se articulam trabalho, saúde, ambiente, moradia, mobilidade, cultura e relações sociais. Nesses territórios, as reestruturações produtivas e as estratégias do capital produzem efeitos concretos sobre as condições de viver, adoecer, resistir e projetar o futuro.

TEMAS PRIORIZADOS PARA O MONITORAMENTO EM 2026

TEMA 1: Vigilância e análise crítica de indicadores dos impactos das reestruturações produtivas e das estratégias do capital sobre o trabalho e a classe trabalhadora – mercado de trabalho e renda: precarização e informalidade; terceirização e cadeias produtivas; desigualdades regionais e raciais; migração laboral; outros impactos. Tendências e perspectivas.
TEMA 2: Vigilância e análise crítica dos impactos das reestruturações produtivas e das estratégias do capital sobre os territórios – a vida nas cidades: desindustrialização e reestruturação urbana; gentrificação e segregação socioespacial; logística urbana e trabalho precarizado; poluição e saúde ambiental; mobilidade e tempo de vida; outros impactos. Tendências e perspectivas.
TEMA 3: Vigilância e análise crítica dos impactos das reestruturações produtivas e das estratégias do capital sobre os territórios – a vida no campo: expansão do agronegócio; concentração fundiária; uso de agrotóxicos; trabalho rural e escravidão contemporânea; deslocamento de populações; outros impactos. Tendências e perspectivas.
TEMA 4: Vigilância e análise crítica dos impactos das reestruturações produtivas e das estratégias do capital sobre os territórios – a vida na floresta e territórios originais: mineração e desmatamento; hidrelétricas e grandes obras; povos indígenas e comunidades tradicionais; extrativismo predatório; mudanças climáticas; outros impactos. Tendências e perspectivas.
TEMA 5: Vigilância e análise crítica dos impactos das reestruturações produtivas e das estratégias do capital sobre os ecossistemas e o clima: emissões e mudanças climáticas; crise hídrica; poluição ambiental; perda de biodiversidade; justiça ambiental; outros impactos. Tendências e perspectivas.
TEMA 6: Utopias concretas e modelos alternativos de desenvolvimento favoráveis à vida, ao meio ambiente e à classe trabalhadora: tendências e perspectivas.

Coordenadores do Grupo

Marcelo Soares de Carvalho
EPPEN/Unifesp – Osasco
Paula Margarita Andrea Cares Bustamante
Economia/Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES

Membros do Grupo

Adriana Modesto de Sousa
Brasília/DF
Angelo Cavalcante
UEG/Itumbiara-GO
Christian Matamala Irribarra
Chile
Erick Ohanesian Polli
São Paulo/SP
Fábio Alexandre dos Santos
EPPEN/Unifesp
Fernanda Avellaneda Bortoluzzi
Flávia Máximo
UFOP – Ouro Preto/MG
Flávio de Leão Bastos Pereira
Iracimara de Anchieta Messias
UNESP/Presidente Prudente/SP
Luis Felipe Aires Magalhães
Observatório das Migrações em São Paulo
Manuela Martins da Costa Aquino
MST
Marcelo Enrico Sampar Pallone
EPPEN/Unifesp – Osasco
Rangel de Andrade Silva
UNIFRAN – Franca/SP
Ricardo Assis Gonçalves
Universidad Autónoma - UAM / Xochimilco - México
Wendy Ledix
DMP/FMUSP – São Paulo/SP

Reuniões do Grupo de Trabalho

4ª Reunião: Água, poluição e saúde do trabalhador: construções socioeconômicas e desafios

bio Alexandre dos Santos (Graduado em Ciências Sociais (UNESP/Araraquara); Mestrado em História Econômica e Doutorado em Economia Aplicada-História Econômica (Instituto de Economia da UNICAMP). Professor Associado do Departamento de Economia, na área de História Econômica da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios (EPPEN), UNIFESP/Osasco. Integrante do GT3 do “Observatório”)