GT3: Impactos das reestruturações produtivas e das estratégias do capital sobre os territórios da vida

Descritivo

  • Escopo e pergunta orientadora: como as reestruturações produtivas e as estratégias do capital transformam os territórios da vida — e o que isso significa para a saúde, a dignidade e as lutas da classe trabalhadora?

O ‘Observatório’ entende “territórios da vida” como os espaços onde se articulam trabalho, saúde, ambiente, moradia, mobilidade, cultura e relações sociais. Nesses territórios, as reestruturações produtivas e as estratégias do capital produzem efeitos concretos sobre as condições de viver, adoecer, resistir e projetar o futuro.

EIXO IMPACTOS SOBRE O TRABALHO E A CLASSE TRABALHADORA: MERCADO DE TRABALHO E RENDA

  • Precarização e informalidade
  • Terceirização e cadeias produtivas
  • Desigualdades regionais e raciais
  • Migração laboral
  • Outros

 

EIXO IMPACTOS TERRITORIAIS: CIDADE, CAMPO E FLORESTA E TERRITÓRIOS TRADICIONAIS

VIDA NAS CIDADES

  • Desindustrialização e reestruturação urbana
  • Gentrificação e segregação socioespacial
  • Logística urbana e trabalho precarizado
  • Poluição e saúde ambiental
  • Mobilidade e tempo de vida
  • Indicadores possíveis: emprego formal/informal, custo de vida, acesso a serviços.

 

VIDA NO CAMPO

  • Expansão do agronegócio
  • Concentração fundiária
  • Uso de agrotóxicos
  • Trabalho rural e escravidão contemporânea
  • Deslocamento de populações
  • Indicadores: conflitos agrários, emprego rural, intoxicações, renda agrícola.

 

VIDA NA FLORESTA E TERRITÓRIOS TRADICIONAIS

  • Mineração e desmatamento
  • Hidrelétricas e grandes obras
  • Povos indígenas e comunidades tradicionais
  • Extrativismo predatório
  • Mudanças climáticas
  • Indicadores: desmatamento, conflitos socioambientais, saúde indígena, segurança alimentar.

 

EIXO IMPACTOS ECOLÓGICOS E CLIMÁTICOS

  • Emissões e mudanças climáticas
  • Crise hídrica
  • Contaminação ambiental
  • Perda de biodiversidade
  • Justiça ambiental

 

Coordenadores do Grupo

Flávia Máximo
UFOP – Ouro Preto/MG
Marcelo Soares de Carvalho
EPPEN/Unifesp – Osasco

Membros do Grupo

Adriana Modesto de Sousa
Brasília/DF
Angelo Cavalcante
UEG/Itumbiara-GO
Arnaldo José França Mazzei Nogueira (FEA/USP)
Christian Matamala Irribarra
Chile
Erick Ohanesian Polli
São Paulo/SP
Fábio Alexandre dos Santos
EPPEN/Unifesp
Fernanda Avellaneda Bortoluzzi
Flávia Máximo
UFOP – Ouro Preto/MG
Flávio de Leão Bastos Pereira
Frida Marina Fischer (FSP/USP)
Iracimara de Anchieta Messias
UNESP/Presidente Prudente/SP
José Reginaldo Inácio (CNTI)
Luis Felipe Aires Magalhães
Observatório das Migrações em São Paulo
Marcelo Enrico Sampar Pallone
EPPEN/Unifesp – Osasco
Marcelo Soares de Carvalho
EPPEN/Unifesp – Osasco
Paula Margarita Andrea Cares Bustamante
Economia/Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
Paulo Saldiva (FM/USP)
Rangel de Andrade Silva
UNIFRAN – Franca/SP
René Mendes (IEA/USP)
Ricardo Assis Gonçalves
Universidad Autónoma - UAM / Xochimilco - México
Roseli Figaro (ECA/USP)
Vera Lúcia Navarro (FFCLRP/USP)
Wendy Ledix
DMP/FMUSP – São Paulo/SP

Reuniões do Grupo de Trabalho

4ª Reunião: Água, poluição e saúde do trabalhador: construções socioeconômicas e desafios

bio Alexandre dos Santos (Graduado em Ciências Sociais (UNESP/Araraquara); Mestrado em História Econômica e Doutorado em Economia Aplicada-História Econômica (Instituto de Economia da UNICAMP). Professor Associado do Departamento de Economia, na área de História Econômica da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios (EPPEN), UNIFESP/Osasco. Integrante do GT3 do “Observatório”)